Sistemas sob medida
O software se adapta à sua empresa. Não o contrário.
Quando o processo é seu, o sistema também deveria ser. A gente entende como sua operação funciona de verdade, e constrói exatamente o que ela precisa — nem mais, nem menos.
Por que “quase serve” nunca serve
Todo mundo já passou por isso. A empresa contrata um sistema pronto, e aí começa a adaptação ao contrário: muda o jeito de trabalhar pra caber no software, cria três planilhas paralelas pra cobrir o que ele não faz, e paga por dezoito funcionalidades que ninguém abre. No fim, o processo real continua acontecendo fora do sistema — no caderno, no grupo do WhatsApp, na cabeça de quem está há dez anos na empresa.
Software de prateleira é ótimo quando seu problema é comum. Quando não é, ele vira mais um problema.
Case · Eletrônica Moroni
Estoca: uma foto do rótulo, e o estoque se preenche sozinho.
Sistema de controle de estoque construído do zero para uma loja e assistência técnica de eletrônicos. Hoje, no ar, em produção.
O problema
A Eletrônica Moroni trabalha com um estoque difícil: peças, componentes e produtos eletrônicos que só se diferenciam por marca, modelo, código, número de série e versão — tudo impresso miúdo num rótulo. O controle era manual, em planilha e caderno. Digitar isso item por item é lento, cansa e erra. E estoque com erro custa caro: peça que existe e ninguém acha, peça que sumiu e ninguém sabe quando.
A solução
A gente não perguntou “qual sistema de estoque você quer comprar”. A gente foi ver como eles trabalham. E o que ficou claro é que o gargalo não era o cadastro em si — era a digitação. Então o Estoca foi construído em cima disso:
Fotografa
o funcionário aponta o celular pro rótulo do produto ou componente e tira uma foto.
A IA lê
uma inteligência artificial de visão computacional extrai automaticamente marca, modelo, código, número de série e versão, indicando o nível de confiança de cada campo que leu.
Confere
a tela seguinte já vem pré-preenchida com esses dados. É só bater o olho e corrigir o que estiver errado, em segundos.
Confirma
ao confirmar, a unidade entra no estoque com histórico completo.
Como ficou
Funciona como app instalável no celular (PWA), sem passar por loja de aplicativo
Modo claro e modo escuro, porque bancada de assistência técnica não tem luz padrão
Substituiu por completo a planilha e o caderno que a loja usava antes
Está em produção, sendo usado no dia a dia da loja
O nível de confiança por campo existe por um motivo: a IA não finge certeza que não tem. Ela mostra o que leu e o quanto confia, e quem decide é a pessoa. É assim que a gente coloca IA num processo operacional — ajudando, não chutando.
Do problema ao sistema no ar
A gente escuta antes de propor
Conversa com quem executa o processo, não só com quem gerencia. É no chão da operação que aparecem as regras que ninguém documentou.
A gente corta o que não precisa
Toda funcionalidade a mais é uma tela a mais pra alguém aprender e alguém manter. O escopo fecha no que resolve o problema.
A gente constrói com a mesma engenharia dos nossos produtos
Mesma stack, mesmo cuidado com dados e mesmo padrão de qualidade que sustenta o planAGI, o NotaCapta, o JurisDesk e o LUCA.
A gente coloca no ar e acompanha
Sistema que fica em apresentação não serve pra nada. O que a gente entrega é sistema rodando, com gente usando.
Provavelmente é o seu caso se…
Sua empresa tem um processo que só ela faz daquele jeito, e nenhum sistema pronto entende
Existe uma planilha crítica que ninguém pode perder e três pessoas editam ao mesmo tempo
Tem trabalho manual repetitivo que uma IA poderia ler, extrair ou classificar
Você paga por um software caro e usa 20% dele
O processo importante ainda vive no caderno, no papel ou no grupo do WhatsApp
Conta o seu processo. A gente diz se dá pra resolver.
Sem proposta de trinta páginas e sem promessa de revolução. Você explica como sua empresa trabalha hoje, a gente responde com o que dá pra construir — e com o que não vale a pena construir.
Ou escreva direto para vendas@briforma.com.br